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Bio

Lanalina (1994), nasceu no subúrbio carioca, vive e trabalha atualmente no Rio de Janeiro. É artista visual e ilustradora, graduada em Desenho Industrial pela ESDI/UERJ (2018).

Em 2021, iniciou a sua carreira como ilustradora comercial como La Minna, colecionando projetos para grandes marcas como ONU, Google e Instagram. Em 2023, foi júri no Prêmio Brasileiro de Design e em 2025, no Latin American Design Awards.

 

No ano de 2024 começou a experimentar a tinta acrílica, investigando sobretudo a cultura popular. Em 2026, adere o nome Lanalina, marcando uma nova fase de sua produção e pesquisa enquanto artista. 

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Em seu trabalho, costura noções de valor e de tempo. Percorrendo por símbolos cotidianos, crônicas populares e do sagrado, busca o excesso como método. Sua pesquisa possui um discurso que procura celebrar o Brasil por meio do bordado com miçangas, lantejoulas e pintura de tinta acrílica.

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Assim, na série "Carnavais, malandros e heróis”, sua pintura começa a sofrer intervenções de miçangas coladas como molduras na composição de imagens. Já em “Ferramentas do sagrado”, aplicadas na madeira, elas se transformam em um conjunto de objetos utilizados por orixás no momento do rum (dança ritual). Este trabalho, explicita como a artista toma a miçanga como sua protagonista. Para a série "Cores e nomes”, inicia seu trabalho com o bordado. Substituindo a aplicação com colas pela costura, ao lado das miçangas, adiciona a lantejoula como seu material primordial para investigar que Brasil existe por trás de seus símbolos.

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Lanalina procura evocar questões de identidade e memória a partir de um imaginário popular.

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